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terça-feira, 1 de junho de 2010

Agora séries

Na sina pelo repouso para a recuperação total do dente (ou melhor, da gengiva costurada onde antes havia um dente impertinente :-p ) dessa vez preenchi minhas noite com séries, numa salada mista de gêneros e épocas.


Pessoas desaparecem por todo o mundo todos os anos, misteriosamente. Muito desses mistérios é solucionada com a dura e fria realidade de um acidente ou assassinato. Mas e quando a pessoa simplesmente desaparece, como se numa hora estivesse ai e na outra apenas a sensação de sua presença sem deixar rastro de seu paradeiro? A história de 4400 ronda essa possibilidade insolita e o ainda mais estranho retorno de 4400 pessoas desaparecidas em diversas épocas, situações e lugares do mundo. Mas não apenas isso, pois esse retorno tão inusitado não poderia trazer de volta as pessoas do jeito que elas sumiram. Os que retornaram vieram também com habilidades especiais, que podem ser uma benção ou uma maldição. A linha que divide suas presenças entre um alivio para os que aguardavam o seu retorno e a ameaça para os que não compreendem o que eles são é muito, muito tênue. 


Neptune é uma cidade sem classe média. Berço dos milionarios da California, ou você é um ou seus pais trabalham para um. Assim Veronica Mars descreve sua ensolarada e intrigante cidade, onde o pai foi xerife, mas agora cuida de uma agencia de investigação alternativa como detetive, após ser banido do circulo influente por um erro de julgamento. E ela é sua sagaz aprendiz. Comecei a assistir essa série apenas pela curiosidade do nome, mas acabei me afeiçoando ao jeito sarcastico e inteligente da minha xará, como uma detetive fora-da-lei, sempre ganhando algo por fora (seja experiência, dinheiro, crédito ou o ódio das pessoas) para desvendar todo tipo de mistério.

“Há uma quinta dimensão além daquelas conhecidas pelo Homem. É uma dimensão tão vasta quanto o espaço e tão desprovida de tempo quanto o infinito. É o espaço intermediário entre a luz e a sombra, entre a ciência e a superstição, se encontra entre o abismo dos temores do Homem e o cume dos seus conhecimentos. É a dimensão da fantasia. Uma região Além da Imaginação !”
Essa é a fala clássica que abria os épisodios de Além da Imaginação (ou The Twilight Zone), dita por um homem sinistro que terminava com uma lição ou sentença. O clássico dos anos 50/60 eu não consegui achar, mas sim esse remake dessa que é considerada uma das melhores séries de todos os tempos. Os épisódios são breves e certeiros sobre uma questão ou tema, nos fazendo ter vontade de entrar dentro da trama para mudar o rumo dos fatos, pois sabemos o que seria melhor, ou como mudar o rumo das coisas, talvez possível se estivessemos num espaço além da imaginação. Até hoje continua sendo vivamente uma série de histórias impressionante.


Achei que essa série lembrava muito a coleção de livros A Mediadora de Meg Cabot, sobre uma jovem que consegue se comunicar com os espiritos, tentando ajuda-los a resolver suas pendencias que os prendem ao mundo terreno e alcançar a luz. Mas procurei e fusei e não parece ter relação, pode ter sido uma inspiração de um dos dois lados. Acabei gostando do rumo não tão assombrado e meio dramatico da trama, com uma carismatica  Jennifer Love Hewitt como papel principal da 'mediadora' entre o mundo dos vivos e mortos. Outra coisa legal da série é que ela pode abrir o jogo sobre sua condição de 'portadora de um dom especial' para outras pessoas, incluindo familia, marido, amigos....sem ser encarada como louca. Apesar de só estar no primeiro episodio, parece ter começado bem.

Tipo, na época em que séries não eram tão difundidas assim, Buffy era uma especie de referencia. Na época em que os vampiros não tinham virado essa coisa teen a lá Stephenie Meyer, Buffy caçava os vampiros com uma mini-saia, bota e estaca de madeira na mão. Isso quando não aparecia um bonitão misterioso chamado Angel (que tinha sua própria série até) para ajudar (ou atrapalhar) a moça. Antes de ser a garota que fez acontecer em O Grito (The Grunge, 2004), a ótima adaptação norte-americana do filme japonês Ju-on, Sarah Michelle Gellar ficou famosa interpretando a habilidosa caça vampiros Buffy. Pegue qualquer gibizinho do século passado (nossa, como me sinto velha agora....>-<) e lá estará a heroina dos pescocinhos indefesos em algum anuncio da contra capa. Era um icone. Porém, só assisti poucos episodios de temporadas adiantadas, então resolvi tomar vergonha na cara e começar desde o começo. 


Se é de séries velhas que estava falando, essa veio lá do fundo do baú. Laura Palmer, eis um nome que me remete a infancia, a noites na sala de piso de madeira com a luz azulada da tv e que era territorio apenas para os que se aventuram a ficar acordados nas altas horas da noite para assistir o que passava depois do horário nobre. Séries como Os últimos dias de Laura Palmer, o nome mais esquisito de uma série que ja tinha ouvido e que me dava arrepios. Me lembrava muito, muito pouco dela, mas o nome era vivo ainda, como uma lembrança recorrente. Só voltei a dar com ela quando meu irmão me falou de uma série nova chamada Happy Town. Ao ler a sinopse dizia que ela tinha uma certa inspiração da velha série Twin Peaks, ou aquela que travava do misterioso assassinato de Laura Palmer. Pronto, o nome tinha vindo a superficie novamente e me deu vontade de enfim saber do que se tratava essa que era uma série polêmica na época. De enredo um pouco perturbador e com aqueles detalhezinhos que só se vê nessas séries antigonas (como longas tomadas, closes aparentemente insignificantes, mas que escondem a verdadeira magia do momento, musica forte, de batida envolvente, além do figurino, cenário, falas....... ), o piloto com quase a duração de um filme já me deixou com vontade de saber o que vem a seguir e o que se esconde por trás do dramatico assassinato de Laura Palmer.

Ahhh, agora acho que vou dormir, pois o efeito do analgésico é como o proprio ditado diz: tiro e queda! 

terça-feira, 25 de maio de 2010

Desempoeirando





















Depois de soprar o pó, encontrada uma raridade dos tempos em que ainda fazia faculdade de informática e aprendi a usar minha paixão pela arte de uma maneira diferente e moderna. Esse foi um trabalho oficial de Computação grafica, minha materia preferida de informática (e pena, durou muito pouco),  que se lembro bem, adorei fazer (e adoraria fazer novamente, se fosse hoje). Flyer, Folder e Layout de web feito sob pedido de um outro aluno da sala (o 'cliente'). No meu caso tive a sorte de pegar um 'cliente' que disse que eu poderia fazer sobre o que quisesse, então decidi fazer sobre algo que gostava, um encontro para amantes do gênero terror parecido com as convenções de animes que gostava de ir na época (bons tempos em que  eu tinha tempo, rsrs), o resultado foi o ficticio Encontro Gore 2008 em que pude ficar dias e horas fazendo algo que realmente gostava (arte, terror, criação) do jeito que queria. Guardo até hoje esse trabalho com muito carinho, foi uma das melhores coisas que fiz naquele curso.

 

By Beronique
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