Parece um sonho. Foi tudo um sonho. Não, não foi, mas parece ter sido. Algo forjado pela matéria prima do desejo, ganhando uma forma sutil, quase material. desvaneceu-se no seu auge, como os sonhos são. Desfeitos em areia, a escorrer pelos dedos.
"Seus olhos estão pesados, como se carregassem com as lágrimas o peso de chumbo. E se sente sozinha, extremamente sozinha. Uma solidão diferente, que a faz se sentir excluida, uma suiça. Uma suíça da sua sociedade conhecida.
Caminha entre as pessoas observando seu comportamento. Se camufla e observa. Se mescla à multidão e os absorve. É o único jeito que conhece para se sentir um pouco mais humana e chamar menos atenção".
Ruídos (2024)
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Fantasmas, assassinos, assassinos-fantasmas circulam nesse conto coreano
que fez pouco barulho por aqui!
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