Scurry (2024)
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Chato e arrastado, é apenas um trato independente que faz uso de uma falsa
ideia de ação em tempo real, mas que na verdade apenas evidencia perda de
temp...
Há um dia

romissor para contos de fantasmas (claro que o oriental deve ser muito melhor, como sempre, mas como ainda não o vi), me lembrando em alguns aspectos o meu favorito Silent Hill. E em alguns também me lembravam as perseguições de 24 horas, digamos que uma versão ‘supernatural’ rsrsrsrs, e até cheguei a pensar com graça, perto do final, em que o protagonista sai do prédio assombrado com aqueles ferimentos manjados que “O cara é o Jack Bauer, ele sobrevive até a bomba atômica, claro que ele ia resolver tudo e se safar no final”, mas ai eu comecei a perceber que ninguém dava bola pra ele, mas continuei pensando “Putz, o cara é tão fodão que nem precisa da ajuda de ninguém, sai na raça de um confronto com um demônio furioso!”, mas ai ele também percebeu que ninguém tava dando bola pra ele. E começa a reparar que ninguém enxergava ele e que tudo o que ele via era ao contrário....como se estivesse num espelho. E desesperado ele vaga pela cidade, percebendo que se tornou uma mera sombra no mundo invertido que existe do outro lado do espelho....Bem, sorry Kiefer Sutherland, mas num conto de fantasmas cujo tema são lendas urbanas, o final normalmente não é bom pra quem protagoniza, e essa não foi sua vez se dar bem.
Você esta dormindo. Possivelmente tendo um pesadelo ou sonho muito estranho. Algo te persegue ou você esta angustiada (o). De repente acorda, mas percebe que o sonho parece não ter ido embora, você ainda sente a presença do perseguidor perto de você, e a sensação ruim continua presente. E pior, você não consegue se mover, nem um músculo, um pouco os olhos, mas tem medo de olhar para os lados, pois a presença esta próxima, uma forma humanóide, negra como uma sombra, opressiva, que parece fazer uma pressão insuportável sobre você, como se estivesse te agarrando por trás, os braços escuros, fortes, esmagadores, a pressão é tanta que parece que você vai sufocar, sente com um arrepio quando percebe que não consegue respirar...O coração aos pulos, você só pede praquilo ir embora logo e..... Enfim, desperta.
Uma outra vez que aconteceu eu dormia num quartinho atrás da garagem, era um tipo de cafofo que eu tinha (mas já fui despejada dele, sniff...), com uma tv, sofá, mesinha...levei até o pc pra lá, era muito gostoso. No final do semestre passado da faculdade passei a dormir lá pra já pegar no tranco dos estudos logo cedo sem perturbações. Mas um acontecimento pos fim as minhas sonecas no sofá daquele cômodo. A presença ‘negra’ foi até la me encher o saco também. E pior. Saiu de um pesadelo em que eu estava sendo perseguida por algo (as coisas ruins que te perseguem em sonhos são sempre figuras negras, indefinidas, você só sabe que são más), acordei com aquela sensação de angustia que você sente quando esta fugindo de algo, mas que ainda continuava, como se o sonho saísse para a realidade. Mas eu não conseguia me mover de novo e estava longe de qualquer ajuda. E a presença negra estava ali com seus braços invisíveis, mas como disse, dessa vez foi pior em tudo. Eu senti os braços, mas senti que eram apenas OS BRAÇOS, não havia corpo, era como se eles tivessem saído de uma outra dimensão e estivessem me agarrando pra eu voltar com eles de onde quer que eles tivessem vindo, me seguravam pelo abdomem e eu senti os dedos subindo do meu busto para a minha garganta, apertando, me sufocando. Mas eu não me permiti apavorar. Pois é isso que se alimenta o medo, ou essa coisa negra. Aprendi com esses ataques que se você simplesmente relaxar isso vai embora. Não demonstre medo ou pânico, apenas relaxe sabendo que vai parar dali há alguns segundos, por mais difícil e assustador que seja. E para mesmo.
ab tsog" ou "demônio apertador" da frase composta "dab" (demônio) e "tsog" (apertar, esmagar). Freqüentemente, a vítima afirma enxergar uma figura pequena, não maior que uma criança, sentando em sua cabeça ou peito.

lá, até que saem algumas coisas interessantes, como os clássicos da atualidade: O Chamado e O Grito. Prefiro mais O Grito. The Grudge (Ju-on), conseguiu me cativar com Sarah Michelle Gellar (a Buffy, caçadora de vampiros), a americana vivendo no estranho mundo de Tóquio (ao invés de transportarem a historia para Nova York, por exemplo, e fazer uma cagada colossal, destruindo o idéia oriental do “rancor” pós morte, que dá nome ao filme). Existe uma seqüência oriental para Ju-on (talvez até melhor que o primeiro), mas o segundo filme americano não segue a historia deste, infelizmente. Tentaram criar uma história a parte, seguindo diretamente do final do primeiro filme. Talvez tivessem a esperança de criar uma continuação melhor que a dos japoneses, bom, ficou só na esperança mesmo, pois o filme descamba ladeira a abaixo o tempo todo.
A idéia dessa seqüência é fazer uma outra americana reviver a lenda de Kayako e da sua casa amaldiçoada, cujo fantasma persegue todos que lá entrarem. Então inventaram uma irmãzinha da Karen (Gellar), a aspirante a Jade em carinha de choro, Aubrey (Amber Tamblyn), que foi alias, a menina que morre pela maldição de Samara no começo de O Chamado. A mãe a despacha para lá a fim de resgatar sua irmã, que parece ter pirado na terra do sol nascente. Paralelo a isso temos duas outras histórias: a de um grupo de meninas de um colégio de Tóquio que resolvem ir fazer uma “brincadeira” na casa amaldiçoada do filme e de uma família em terras americanas, que se muda para um prédio, onde estranhos acontecimentos começam a perturbar a rotina da família. Essa idéia de ‘histórias intercaladas’, que parecem não ter ligação, como um enorme quebra-cabeça, que você vai montando ao longo do filme e no final tudo se encaixa também é um recurso que os orientais usam muito em seus filmes, alias, eles são bem complicados de entender justamente por isso, exigem bastante atenção de quem os assiste. No primeiro filme eles utilizaram desse recurso de maneira muito convincente, mas dessa vez...
explicar uma coisa que ficou ainda mais confusa no final. A personagem americana é quase risível, ela não faz nada de útil na historia e tem uma morte ainda mais estúpida e sem sentido. As três garotas que vão “brincar” na casa utilizam de uma abordagem bastante forçadoa do ‘vamos assustar a CDF jogando ela no local mais assustador da casa’, essa cena alias, é do primeiro filme oriental, que não existe no primeiro Grudge americano, há umas mistureba dessa historia das garotas do primeiro filme, que não convence nem um pouco...A família americana só estou entendendo agora...a principal idéia dessa seqüência é que o fantasma vingador agora pode sair dos limites da casa amaldiçoada (perai, isso não lembra uma certa sequencia de um certo outro filme que os americanos adaptaram? O Chamado 2 também usava essa idéia, aiai, não é só pela personagem principal também ter sido do Ring, mas muitas coisas nesse Grito 2 me lembram O Chamado, isso seria falta de criatividade elevada ao quadrado?), a moça da brincaderia na casa agora vive naquele prédio e a maldição do fantasma foi junto com ela, que acaba meio que ‘envenenando’ todo o andar em que moram. Na verdade, é a isso que se deve a única cena mais criativa do filme (cena inicial), em que um marido que se sente traído discute com a mulher, e ainda reclama da porcaria do breakfast que ela faz. Ela em seguida, sem o menor aviso ou mudança de humor, derrama oleo quente de uma frigideira na cabeça dele, depois o acerta com ela. Foi assim também que começou o primeiro The Grudge, com o persongem de Bill Pulman se jogando sem mais nem menos da varanda de seu apartamento. Sabemos que algo não vai dar certo desde o começo, mas o final deste não poderia ser pior.
muito melhor, em vários momentos esperei que finalmente a coisa deslanchasse, que acabassem os clichês, as enrolações, os manjadinhos ‘grunidos’ gutuais dos fantasmas(que me deixavam muito mais irritada do que assustada, de tão exagerados que foram dessa vez). Mas não souberam aproveitar nada. Primeiro tentaram criar uma outra historia por cima de pedaços recortados não aproveitados do primeiro Ju-on. Depois desperdiçaram partes importantes da historia que iria esclarecer (afinal, a idéia de uma continuação dessa é enfim dizer de onde vem o fantasma, porque ele odeia tanto todo mundo e blábláblá) o que o filme mesmo se propôs a fazer (afinal, todo o carnaval em cima do ‘vamos saber de onde Kayako veio’ não valeu de nada....), me deu a impressão de, por ter a ver com costumes orientais, rituais e tudo o mais, eles não souberam o que fazer ou como explicar direito, e ficou tudo muito vago, e o motivo foi bem fraco do modo inexplorado no qual foi apresentado.
No final o final não foi feliz para ninguém, a família americana é dizimada, mas de maneira fútil, bem hollywodiano mesmo, há várias pontas soltas e motivos idiotas para as coisas acontecerem. Só não dou nota 0 pela cena da frigideira, aquela foi boa!